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O Catálogo Expandido de Fonte de Alimentação de Alta Tensão da Spellman apresenta algumas adições recentes: um sistema integrado de gerador de raios-X, E-calço bipolar e unidades de END de 160kV e implantação de íons de 360kV.

: : Inglês (PDF 10 MB)

Manual de Referência de Alta Tensão da Spellman

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Glossário Técnico

A B C D E F G H I J K L M N O P R S T U V W X Z

A

ABSOLUTE ACCURACY (PRECISÃO ABSOLUTA):

A exatidão do valor indicado em termos de seu desvio do valor verdadeiro ou absoluto.

AC (CA):

No texto, use letra minúscula: ac. Abreviação para Corrente Alternada.

AC BROWNOUT (QUEDA DE CA):

A condição que existe quando a tensão de linha ca cai abaixo de algum valor especificado.

AC LINE (LINHA DE CA):

O conjunto de condutores que levam tensão ca de um ponto a outro.

AC LINE FILTER (FILTRO DE LINHA DE CA):

Um filtro de circuito colocado na linha de ca para condicionar ou suavizar variações com freqüência mais alta que a freqüência de linha.

ALTERNATING CURRENT (CORRENTE ALTERNADA):

(ca) Uma corrente periódica cujo valor médio num período é zero. A menos que claramente de outra forma especificado, o termo refere-se a corrente que se inverte em intervalos de tempo recorrentes e regulares, tendo valores alternadamente positivos e negativos.

AMBIENT TEMPERATURE (TEMPERATURA AMBIENTE):

A temperatura média do ambiente no entorno imediato da fonte de alimentação. Para unidades resfriada com ar forçado, a temperatura ambiente é medida na entrada de ar. Veja também Temperatura de Operação, Temperatura de Armazenamento, Coeficiente de Temperatura.

AMPERE (AMPÈRE):

(A) Fluxo de elétron ou corrente representando o fluxo de um coulomb por segundo num dado ponto de um circuito.

AMPLIFIER (AMPLIFICADOR):

Um circuito ou elemento que fornece ganho.

AMPLIFIER, DC (AMPLIFICADOR, CC):

Um amplificador de acoplamento direto que pode fornecer ganho para sinais de freqüência zero.

AMPLIFIER, DIFFERENTIAL (AMPLIFICADOR, DIFERENCIAL):

Um amplificador que dispõe de entrada tanto inversora quanto não inversora, e que amplifica a diferença entre as duas entradas.

AMPLIFIER, INVERTING (AMPLIFICADOR, INVERSOR):

Um amplificador cuja saída está defasada de 180° em relação a sua entrada. Esse amplificador pode ser usado com realimentação degenerativa para fins de estabilização.

AMPLIFIER, NONINVERTING (AMPLIFICADOR, NÃO INVERSOR):

Um amplificador cuja saída está em fase com sua entrada.

AMPLIFIER, OPERATIONAL (AMPLIFICADOR, OPERACIONAL):

Um amplificador cc cujo ganho é suficientemente grande para que suas características e comportamento sejam substancialmente determinadas por seus elementos de entrada e realimentação. Amplificadores operacionais são largamente utilizados para processamento de sinal e trabalho computacional.

ANODE (ANODO):

1) (tubo ou válvula eletrônica) Um eletrodo através do qual um fluxo principal de elétrons sai do espaço entre eletrodos. 2) (diodo semicondutor retificador) O eletrodo do qual a corrente direta flui dentro da célula (Norma IEEE 100-1988)

ANSI (ANSI):

Abreviatura para American National Standards Institute (Instituto Americano de Padrões Nacionais).

APPARENT POWER (POTÊNCIA APARENTE):

Valor da potência obtida num circuito de ca como o produto de corrente vêzes tensão.

ARC (ARCO):

Uma descarga de eletricidade através de um gás, normalmente caracterizado por uma queda de tensão nas imediações do catodo, aproximadamente igual ao potencial de ionização do gás. (Norma IEE 100-1988)

ASYMMETRICAL WAVEFORM (FORMA DE ONDA ASSIMÉTRICA):

Uma forma de onda de corrente ou tensão com porções desiguais acima e abaixo do eixo horizontal.

ATENUAÇÃO(ATTENUATION):

Uma forma de onda de corrente ou tensão com porções desiguais acima e abaixo do eixo horizontal.

AUTHORIZED PERSON (PESSOA AUTORIZADA):

Uma pessoa qualificada que, pela natureza de seus deveres ou ocupação, está obrigada a aproximar-se de ou manusear equipamentos elétricos, ou uma pessoa que, tendo sido avisado dos perigos envolvidos, foi instruída ou autorizada a assim fazer por alguém com autoridade.

AUTO TRANSFORMER (AUTO TRANSFORMADOR):

Um transformador de enrolamento único com uma ou mais derivações.

AUTOMATIC CROSSOVER (CHAVEAMENTO AUTOMÁTICO):

A característica de uma fonte de alimentação com a capacidade de chavear seu modo de operação automaticamente em função de carga ou ajuste de estabilização de tensão para estabilização de corrente. O termo fonte de alimentação de chaveamento automático está reservado para as unidades tendo substancialmente estabilização igual tanto para tensão quanto corrente. Não usado para estabilizadores de corrente limitados por tensão ou estabilizadores de tensão limitados por corrente. Veja também PONTO DE CHAVEAMENTO.

AUTOMATIC GAIN CONTROL (AGC) (CONTROLE AUTOMÁTICO DE GANHO (AGC)):

Um processo ou meio pelo qual o ganho é automaticamente ajustado de forma especificada como função da entrada ou outros parâmetros especificados. (Norma IEEE 100-1988)

AUXILIARY SUPPLY (FONTE AUXILIAR):

Uma fonte de potência que fornece potência outra que potência de carga, conforme requerida para o correto funcionamento de um dispositivo.

AWG (AWG):

Abreviatura para American Wire Gauge (Bitola Americana de Fio).

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B

BANDWIDTH (LARGURA DE FAIXA):

Baseado na premissa de que uma fonte de alimentação pode ser modelada como um amplificador, a largura de faixa é a freqüência em que o ganho de tensão caiu 3 dB. A largura de faixa é um determinante importante da resposta a transitório e impedância de saída.

BASEPLATE TEMPERATURE (TEMPERATURA DA PLACA BASE):

A temperatura no ponto mais quente da plataforma de montagem da fonte.

BEAD (CONTA):

Uma pequena ferrite normalmente usada como núcleo de indutor de alta freqüência.

BEAM SUPPLY (FONTE DE FEIXE):

Fonte de alimentação que fornece a energia de aceleração para os elétrons ou íons.

BENCH POWER SUPPLY (FONTE DE ALIMENTAÇÃO DE BANCADA):

Fonte de potência equipada com controles de saída, medidores, terminais e mostradores para uso experimental em bancada de laboratório.

BIAS SUPPLY (FONTE DE POLARIZAÇÃO):

Fonte de potência equipada com controles de saída, medidores, terminais e mostradores para uso experimental em bancada de laboratório.

BIFILAR WINDING (ENROLAMENTO BIFILAR):

Dois condutores enrolados em paralelo.

BIPOLAR (BIPOLAR):

Tendo dois polos, polaridades ou direções.

BIPOLAR PLATE (PLACA BIPOLAR):

Uma construção de eletrodos onde os materiais ativos positivo e negativo estão em lados opostos de uma placa eletronicamente condutiva.

BIPOLAR POWER SUPPLY (FONTE DE ALIMENTAÇÃO BIPOLAR):

Uma fonte de alimentação especial que responde ao sentido, bem como à grandeza de uma instrução de controle, e que é capaz de passar linearmente por zero para produzir saídas de polaridade positiva ou negativa.

BIT (BIT):

Uma unidade binária de informação digital tendo um valor de "0" ou "1". Veja também Byte.

BLACK BOX (CAIXA PRETA):

Elemento num sistema especificado por sua função ou características operacionais.

BLEED (SANGRIA):

Uma baixa drenagem de corrente de uma fonte de força.

BLEED RESISTOR (RESISTOR DE SANGRIA):

Um resistor que permite um dreno baixo de corrente numa fonte de força para descarregar capacitores filtros ou para estabilizar uma saída.

BOBBIN (BOBINA):

1) Um material não condutivo usado para apoiar enrolamentos. 2) Um eletrodo cilíndrico (geralmente o positivo) prensado de uma mistura de material ativo, material condutivo, tal como negro de fumo, o eletrólito e/ou aglutinante, com uma haste condutora central ou outro meio para um coletor de corrente.

BODE PLOT (GRÁFICO DE BODE):

Um gráfico de ganho versus freqüência para uma malha de controle. Geralmente tem um segundo gráfico de fase versus freqüência.

BOOST REGULATOR (REGULADOR ELEVADOR):

Uma de várias famílias básicas de topologias de fonte de alimentação chaveada. A energia é armazenada num indutor durante o pulso e então liberada após o pulso.

BREAKDOWN VOLTAGE (TENSÃO DE RUPTURA):

1) O nível de tensão que causa falha do isolamento. 2) A tensão reversa em que um dispositivo semicondutor altera suas características de condutância.

BRIDGE CIRCUIT (CIRCUITO PONTE):

Circuito com grupos de componentes em série e paralelo.

BRIDGE CONVERTER (CONVERSOR DE PONTE):

Um circuito de conversão de potência com os elementos ativos conectados numa configuração de ponte.

BRIDGE RECTIFIER (RETIFICADOR DE PONTE):

Circuito de retificação de onda inteira empregando dois ou mais retificadores numa configuração de ponte.

BROWNOUT (QUEDA DE TENSÃO):

A condição criada durante períodos picos de utilização, quando empresas de utilidade elétrica reduzem intencionalmente sua tensão de linha em aproximadamente 10 a 15 por cento para contrabalançar demanda excessiva.

BUCK REGULATOR (REGULADOR REDUTOR):

A switching topology in which the resultant output voltage is lower than its input voltage. The operation of the buck regulator typically uses an inductor, a transistor and a diode to control the inductor energy. Control of the transistor allows for alternating between connecting the inductor to the source voltage to store energy in the inductor and discharging the inductor into the load.

BUFFER (AMORTECEDOR):

Um circuito de isolamento usado para impedir que um circuito controlado influencie um circuito controlador. (Norma IEEE 100-1988)

BULK CAPACITOR (CONDENSADOR DE ENTRADA):

O condensador de armazenamento de energia na frente de um regulador.

BURN IN (TESTE PRELIMINAR):

A operação de um dispositivo ou sistema recém fabricado, antes da aplicação, com o intuito de estabilizar o dispositivo, detectar defeitos, e expor mortalidade precoce.

BUS (BARRAMENTO):

O principal condutor comum de potência de uma fonte de força para dois ou mais circuitos separados.

BYTE (BYTE):

Uma seqüência de dígitos binários, frequentemente compostos de 8 (oito) bits, tratadas como uma unidade. Veja também BIT.

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C

CAPACITANCE (CAPACITÂNCIA):

Propriedade inerente de um circuito ou dispositivo elétrico que se opõe a mudança de tensão. Propriedade de um circuito onde energia pode ser armazenada num campo eletrostático.

CAPACITANCE-DISTRIBUTED(CAPACITÂNCIA DISTRIBUÍDA):

O fluxo de corrente entre partes metálicas condutivas segregadas; dependentes de tensão e freqüência.

CAPACITIVE COUPLING (ACOPLAMENTO CAPACITIVO):

Acoplamento resultante do efeito capacitivo entre elementos do circuito.

CAPACITANCE, DISTRIBUTED (CAPACITÂNCIA DISTRIBUÍDA):

O fluxo de corrente entre partes metálicas condutivas segregadas; dependentes de tensão e freqüência.

CAPACITOR (CAPACITOR):

Um dispositivo que armazena uma carga. Um capacitor simples consiste de dois condutores separados por um dielétrico.

CAPACITOR INPUT FILTER (FILTRO COM CAPACITOR DE ENTRADA):

Filtro que emprega capacitor como sua entrada.

CATHODE (CATODO):

1) (tubo ou válvula eletrônica) Um eletrodo através do qual um fluxo principal de elétrons entra no espaço entre eletrodos. 2) (diodo retificador semicondutor) O eletrodo para o qual flui a corrente direta dentro da célula (Norma IEEE 100-1988).

CATHODE RAY TUBE (CRT) (TUBO DE RAIOS CATÓDICOS (CRT)):

Um dispositivo mostrador no qual feixes controlados de elétrons são usados para apresentar dados alfanuméricos ou gráficos numa tela eletroluminescente. (Norma IEEE 100-1988).

CATHODE RAY TUBE (TUBO DE RAIOS CATÓDICOS):

Um tubo de feixe de elétrons no qual o feixe pode ser focalizado numa pequena seção transversal numa tela luminescente, e variado a posição e intensidade para produzir um padrão visível (Norma IEEE 100-1988).

CENTER TAP (DERIVAÇÃO CENTRAL):

Conexão feita para o centro de um dispositivo eletrônico.

CGS UNIT (UNIDADE CGS):

Abreviação para a Unidade de medida Centímetro-Grama-Segundo.

CHARGE (CARGA):

1) A conversão de energia elétrica, fornecida na forma de corrente de uma fonte externa, para energia química dentro de uma célula ou bateria. 2) A energia potencial armazenada num dispositivo elétrico capacitivo.

CHASSIS (CHASSI):

A estrutura que suporta ou envolve a fonte de alimentação.

CHASSIS GROUND (TERRA DE CHASSI):

O potencial de tensão do chassi.

CHOKE COIL (BOBINA CHOQUE):

Um indutor.

CHOKE, RF (CHOKE, RF):

Uma bobina choque com alta impedância em rádio freqüências.

CIRCUIT INPUT FILTER (FILTRO COM CIRCUITO DE ENTRADA):

Um filtro empregando um indutor (L) ou um indutor/capacitor (L/C) como entrada.

CIRCULAR MIL (MIL CIRCULAR):

Área do corte transversal de um condutor com um mil de diâmetro.

CIRCULATING CURRENT (CORRENTE DE CIRCULAÇÃO):

Veja MALHA DE TERRA.

CLAMP DIODE (DIODO GRAMPEADOR):

Um diodo em um circuito limitador ou grampeador.

CLIPPER CIRCUIT (CIRCUITO LIMITADOR):

Um circuito que bloqueia ou remove a parte de uma forma de onda de tensão acima de algum patamar de tensão.

CLOSED LOOP CONTROL (CONTROLE DE MALHA FECHADA):

Um tipo de controle automático em que as ações de controle são baseadas em sinais realimentados do equipamento ou sistema controlado. (Norma IEEE 100-1988)

CLOSED-LOOP CONTROL SYSTEM (SISTEMA DE CONTROLE DE MALHA FECHADA):

(realimentação de sistema de controle). Um sistema de controle em que a quantidade controlada é medida e comparada a um padrão representando o desempenho desejado. Nota: Qualquer desvio do padrão é realimentado para o sistema de controle em sentido tal que reduzirá o desvio da quantidade controlada do padrão. (Norma IEEE 100-1988)

COLLECTOR (COLETOR):

1) Conexão eletrônica entre o eletrodo da célula eletroquímica e o circuito externo. 2) Num transistor, a seção semicondutora que coleta os portadores majoritários.

COMMON CHOKE (CHOQUE COMUM):

Veja MAGNÉTICOS INTEGRADOS.

COMMON-MODE NOISE (RUÍDO DE MODO COMUM):

O componente de ruído de tensão que aparece de forma igual e em fase, em condutores em relação a uma referência comum.

COMMON-MODE OUTPUT (SAÍDA DE MODO COMUM):

A saída elétrica fornecida a uma impedância conectada entre os terminais da saída flutuante não aterrada de uma fonte de alimentação, amplificador, ou dispositivo operado pela linha, e o ponto terra ao qual a potência da fonte retorna.

COMMON POINT (PONTO COMUM):

Em relação a fontes de alimentação programáveis operacionalmente, um terminal de leitura/saída é designado "comum", ao qual retornam o sinal de programação externa, carga e referência.

COMMON RETURN (RETORNO COMUM):

Um condutor de retorno comum a dois ou mais circuitos.

COMPARISON AMPLIFIER (AMPLIFICADOR DE COMPARAÇÃO):

Um amplificador de cc que compara um sinal a uma referência estável, e amplifica a diferença para regular os elementos de força-controle da fonte de alimentação.

COMPENSATION (COMPENSAÇÃO):

A adição de elementos de circuito para ajudar na estabilização de uma malha de controle.

COMPLIMENTARY TRACKING(RASTREAMENTO COMPLEMENTAR):

Um sistema de interconexão de dois estabilizadores de tensão em que uma tensão (a escrava) rastreia a outra (a mestre).

COMPLIANCE (CONFORMIDADE):

Certificação de agência de que um produto atende suas normas. Veja também CUMPRIMENTO DE SEGURANÇA.

COMPLIANCE VOLTAGE (TENSÃO DE CONFORMIDADE):

A tensão cc de saída de uma fonte de corrente constante.

COMPLIANCE RANGE (FAIXA DE CONFORMIDADE):

Faixa de tensão necessária para manter uma dada corrente constante dentro de uma faixa de resistência de carga.

CONDUCTANCE (G) (CONDUTÂNCIA (G)):

A capacidade de conduzir corrente. É igual a ampères por volt, ou o recíproco da resistência, e é medida em siemens (métrica) ou mhos (inglês). G = 1/R.

CONSTANT CURRENT LIMITING CIRCUIT (CIRCUITO LIMITADOR DE CORRENTE CONSTANTE):

Circuito limitador de corrente que mantém a corrente de saída num valor máximo sempre que ocorrer uma sobrecarga de qualquer grandeza.

CONSTANT VOLTAGE CHARGE (CARGA DE TENSÃO CONSTANTE):

Uma carga durante a qual a tensão nos terminais da bateria é mantida em um estado constante.

CONTINUOUS DUTY (OPERAÇÃO CONTÍNUA):

Um requisito de serviço que exige operação em uma carga substancialmente constante por um período indefinidamente longo. Veja também OPERAÇÃO INTERMITENTE.

CONTROL GRID (GRADE DE CONTROLE):

Uma grade, geralmente colocada entre o catodo e um anodo, para ser usada como um eletrodo de controle. (Norma IEEE 100-1988).

CONTROL LOOP (MALHA DE CONTROLE):

Um circuito de realimentação usado para controlar um sinal de saída. Veja também MALHA.

CONTROL RANGE (FAIXA DE CONTROLE):

O parâmetro no qual pode ser ajustado o sinal controlado e ainda atender as especificações da unidade.

CONTROL REMOTE (CONTROLE REMOTO):

Controle sobre o sinal de saída estabilizado por um meio localizado fora ou longe da fonte de alimentação. Pode ser calibrado ou não.

CONTROL RESOLUTION (RESOLUÇÃO DE CONTROLE):

O menor incremento do sinal de saída estabilizado que pode ser repetido confiavelmente.

CONVECTION-COOLED POWER SUPPLY(FONTE DE ALIMENTAÇÃO RESFRIADA POR CONVECÇÃO):

Uma fonte de alimentação resfriada exclusivamente pelo movimento natural de um gás ou um líquido sobre as superfícies de elementos de dissipação de calor.

CONVERTER(CONVERSOR):

Um dispositivo que muda o valor de um sinal ou quantidade. Exemplos: CC-CC; um dispositivo que entrega potência cc quando energizado de uma fonte cc. Fly-Back; um tipo de circuito de fonte de alimentação chaveada. Ver também CONVERSOR DE FLYBACK. Direto; um tipo de circuito de fonte de alimentação chaveada. Ver também CONVERSOR DIRETO.

CORE (NÚCLEO):

Material magnético que serve de caminho para fluxo magnético.

CORONA (CORONA):

1) (ar) Uma descarga luminosa devida à ionização do ar em torno de um condutor, causada por um gradiente de tensão que excede certo valor crítico. 2) (gás) Uma descarga com pouca luminosidade, produzida nas imediações de um condutor, sem muito aquecê-lo, e limitada à região em torno do condutor, no qual o campo elétrico excede certo valor. 3) (descarga parcial) (medida de corona) Um tipo de descarga localizada, resultante de ionização gasosa transitória num sistema de isolamento, quando a tensão excede um valor crítico. A ionização está geralmente localizada em parte da distância entre os eletrodos do sistema. (Norma IEEE 100-1988)

CORONA EXTINCTION VOLTAGE (TENSÃO DE EXTINÇÃO DE CORONA):

(CEV) (medida de corona) A maior tensão em que não mais ocorre corona contínua de amplitude de pulso especificada, na medida em que a tensão aplicada é gradualmente reduzida de acima do valor de iniciação de corona. Quando a tensão aplicada for senoidal, a CEV é expressa como 0,707 da tensão de pico. (Norma IEEE 100-1988)

CORONA INCEPTION VOLTAGE (TENSÃO DE INICIAÇÃO DE CORONA):

(CIV) (medida de corona) A menor tensão em que ocorre corona contínua de amplitude de pulso especificada, na medida em que a tensão aplicada é gradualmente aumentada. Quando a tensão aplicada for senoidal, a CIV é expressa como 0,707 da tensão de pico. (Norma IEEE 100-1988)

CREEPAGE (FUGA):

O movimento de eletrólito para superfícies de eletrodos ou outros componentes de uma célula com a qual normalmente não está em contato.

CREEPAGE DISTANCE (DISTÂNCIA DE FUGA):

A menor distância que separa dois condutores, medida numa superfície que toca ambos os condutores.

CROSS-REGULATION (REGULAGEM CRUZADA):

Numa fonte de alimentação de múltiplas saídas, a mudança porcentual de tensão em uma saída causada pela mudança de carga em outra saída.

CROSSOVER POINT (PONTO DE CHAVEAMENTO):

O ponto no lugar geométrico operacional de uma fonte de alimentação tensão/corrente de chaveamento automático, formado pela intersecção das linhas de saída estabilizada por tensão e estabilizada por corrente. O valor da resistência (E/I) definida por essa intersecção é a impedância casada da fonte de alimentação, em que será puxada a máxima potência de saída. Veja também CHAVEAMENTO AUTOMÁTICO.

CROSSOVER, VOLTAGE/CURRENT (CHAVEAMENTO, TENSÃO/CORRENTE):

Chaveamento tensão/corrente é a característica de uma fonte de alimentação que automaticamente converte o modo de operação de regulagem de tensão para regulagem de corrente (ou vice-versa) conforme requerido por limites pré-ajustados.

CROWBAR (CIRCUITO DE PROTEÇÃO):

Um circuito de proteção de sobre-tensão que rapidamente coloca uma derivação de baixa resistência nos terminais de saída da fonte de alimentação se for excedida uma tensão pré-determinada.

CSA (CSA):

Abreviação de Canadian Standards Association (Associação de Normas Canadenses).

CURRENT CONTROL (CONTROLE DE CORRENTE):

Ver ESTABILIZAÇÃO DE CORRENTE

CURRENT FOLDBACK (CORRENTE DE PROTEÇÃO DE SOBRECARGA):

Ver LIMITAÇÃO DE CORRENTE DE PROTEÇÃO DE SOBRECARGA.

CURRENT LIMIT KNEE (DOBRA DE LIMITE DE CORRENTE):

O ponto no gráfico de corrente vs tensão de uma fonte na qual a corrente começa a proteger, ou limitar.

CURRENT LIMITING (LIMITAÇÃO DE CORRENTE):

Um circuito eletrônico de proteção de sobrecarga que limita a corrente de saída máxima a um valor pré-ajustado.

CURRENT MODE (MODO DE CORRENTE):

O funcionamento de uma fonte de alimentação de forma a produzir uma corrente de saída estabilizada.

CURRENT SENSING RESISTOR (RESISTOR DE DETECÇÃO DE CORRENTE):

Um resistor colocado em série com a carga para desenvolver uma tensão proporcional à corrente de carga.

CURRENT SOURCE (FONTE DE CORRENTE):

Uma fonte de potência que tende a entregar corrente constante.

CURRENT STABILIZATION (ESTABILIZAÇÃO DE CORRENTE):

O processo de controlar uma corrente de saída.

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D

DC (CC):

No texto, use letra minúscula: cc. Abreviação para Corrente Contínua.

DC COMPONENT (COMPONENTE CC):

O valor de cc de uma onda de ca que tem eixo outro que zero.

DC-DC CONVERTER (CONVERSOR CC-CC):

Um circuito ou dispositivo que muda um valor de sinal de entrada cc para um valor de sinal de saída cc diferente.

DECAY TIME (TEMPO DE DECAIMENTO):

Ver TEMPO DE QUEDA

DERATING (REDUÇÃO DA CAPACIDADE):

(confiabilidade) A redução intencional da razão de esforço/força na aplicação de um item, geralmente para o propósito de reduzir a ocorrência de falhas relacionadas a esforço. (Padrão IEEE 100-1988)

DIELECTRIC (DIELÉTRICO):

Um material isolante entre condutores.

DIELECTRIC CONSTANT (K) (CONSTANTE DIELÉTRICA (K)):

Para um dado material dielétrico, a relação do valor de um capacitor usando esse material para o valor de um capacitor equivalente usando um dielétrico padrão tal como ar seco ou vácuo.

DIELECTRIC WITHSTAND VOLTAGE (TENSÃO SUPORTÁVEL DE DIELÉTRICO):

Tensão que um material isolante suportará antes de uma descarga disruptiva ou perfuração. Ver também TESTE DE ALTO POTENCIAL, ISOLAMENTO.

DIFFERENTIAL VOLTAGE (TENSÃO DIFERENCIAL):

A diferença em tensões em dois pontos conforme medido com relação a uma referência comum.

DRIFT (DESVIO):

Uma alteração na saída ao longo de um período de tempo independente de saída, ambiente ou carga

DRIVER (ACIONADOR):

Um amplificador de corrente usado para controle de outro dispositivo ou circuito.

DUTY CYCLE (CICLO DE SERVIÇO):

1) A razão entre tempo ligado e tempo desligado num evento recorrente. 2) O regime operacional de uma célula ou bateria incluindo fatores tais como taxas de carga e descarga, profundidade da descarga, duração de ciclo e duração de tempo no modo de espera.

DYNAMIC FOCUS (FOCO DINÂMICO):

posição do feixe. (Alta Tensão de Bertan)

DYNAMIC LOAD (CARGA DINÂMICA):

Uma carga que muda rapidamente de um nível para outro. Para ser adequadamente especificada, tanto a mudança total como a taxa de mudança devem ser especificadas.

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E

EARTH (TERRA):

Uma conexão elétrica para terra freqüentemente usando uma grade ou haste(s). Ver também ATERRAMENTO

E-BEAM (E-FEIXE):

Feixe de Elétron. (Alta Tensão de Bertan)

EDDY CURRENTS (CORRENTES DE FOUCAULT):

Uma corrente circulante induzida num material condutor através de um campo magnético variável.

EFFECTIVE VALUE (VALOR EFICAZ):

O valor de uma forma de onda que tem o efeito de aquecimento equivalente a uma corrente direta. Para ondas senoidais, o valor é 0,707 X Valor de Pico; para formas de onda não senoidais, o Valor Eficaz = Valor RMS (Valor Quadrático Médio).

EFFICIENCY (EFICIÊNCIA):

1) A razão da potência de saída total pela potência de entrada total, expressa como porcentagem, sob condições especificadas. 2) A razão da saída de uma bateria ou célula secundária na descarga pela entrada exigida para restaurá-la ao estado inicial de carga sob condições especificadas.

ELECTRIC (ELÉTRICO):

Que contém, produz, origina-se de, acionado por, ou que transporta eletricidade, ou projetado para transportar eletricidade e capaz de assim fazê-lo. Exemplos: Peixe Poraquê, energia, motor, veículo e onda elétrica. Observação: Alguns dicionários indicam electric e electrical como sinônimos, mas o uso no campo da engenharia elétrica tem em geral sido restrito ao significado dado nas definições acima. Reconhece-se que existem casos limites onde o uso determina a seleção. Ver ELÉTRICO (ELECTRICAL). (Padrão IEEE 100-1988)

ELECTRICAL (ELÉTRICO):

(geral) Relacionado, pertinente ou associado a eletricidade, mas não tendo suas propriedades ou características. Exemplos: Engenheiro, manual, isolante, taxa, escola, unidade elétrica.

ELECTRON BEAM (FEIXE DE ELÉTRON):

Uma coleção de elétrons que pode ser paralela, convergente, ou divergente. (Alta Tensão de Bertan)

ELECTRON (e-) (ELÉTRON (e-)) :

Partícula carregada negativamente.

ELECTRON GUN (CANHÃO ELETRÔNICO):

(tubo de elétrons) Uma estrutura de eletrodo que produz e pode controlar, focalizar, defletir e convergir um ou mais feixes de elétron. (Padrão IEEE 100-1988)

ELECTRONIC (ELETRÔNICO):

De, ou pertinente a, dispositivos, circuitos ou sistemas que utilizam dispositivos eletrônicos. Exemplos: Controle eletrônico, equipamentos eletrônicos, instrumento eletrônico e circuito eletrônico. (Padrão IEEE 100-1988)

ELECTRONIC LOAD (CARGA ELETRÔNICA):

Um instrumento de teste projetado para puxar quantidades diversas e especificadas de corrente ou potência de uma fonte de energia.

ELECTRON VOLT (ELÉTRON-VOLT):

Uma medida de energia. A energia adquirida por um elétron que passa através de um potencial de um volt.

ELECTROPHORESIS (ELETROFORESE):

Um movimento de íons coloidais resultante da aplicação de um potencial elétrico. (Padrão IEEE 100-1988)

EMF (EMF):

Abreviação para Força Eletromotriz.

EMI (EMI):

Abreviação para Interferência Eletromagnética.

EMI FILTER (FILTRO EMI):

Um circuito composto de componentes reativos e resistivos para atenuação de componentes de rádio freqüência sendo emitidas de uma fonte de alimentação. Ver também EMI.

EMI FILTERING (FILTRAGEM EMI):
Processo ou rede de elementos de circuito para reduzir a interferência eletromagnética emitida de ou recebida por um dispositivo eletrônico. Ver também EMI.
EMISSION (EMISSÃO):

1) (laser-maser – amplificação de luz/microondas por emissão estimulada de radiação) A energia de transferência de matéria para um campo de radiação. 2) (emissão de ruído de rádio) Um ato de enviar ou emitir, geralmente usado aqui em referência à energia eletromagnética. (Padrão IEEE 100-1988)

EMISSION CURRENT (CORRENTE DE EMISSÃO):

A corrente resultante da emissão eletrônica. (Padrão IEEE 100-1988)

EQUIVALENT CIRCUIT (CIRCUITO EQUIVALENTE):

Um circuito elétrico que modela as propriedades fundamentais de um dispositivo ou circuito.

EQUIVALENT LOAD (CARGA EQUIVALENTE):

Um circuito elétrico que modela as propriedades fundamentais de uma carga.

EQUIVALENT SERIES INDUCTANCE (ESI) (INDUTÂNCIA EM SÉRIE EQUIVALENTE (ESI)):

A quantidade de indutância em série com um capacitor ideal que duplica exatamente o desempenho de um capacitor real.

EQUIVALENT SERIES RESISTANCE (ESR) (RESISTÊNCIA EM SÉRIE EQUIVALENTE (ESR)):

A quantidade de resistência em série com um capacitor ideal que duplica exatamente o desempenho de um capacitor real.

ERROR AMPLIFIER (AMPLIFICADOR DE ERRO):

Um amplificador operacional, ou amplificador diferencial, num circuito fechado de controle que produz um sinal de erro sempre que uma saída percebida difere de uma tensão de referência.

ERROR SIGNAL (SINAL DE ERRO):

A tensão de saída de um amplificador de erro produzida pela diferença entre o sinal de referência e de entrada vezes o ganho do amplificador.

ERROR VOLTAGE (TENSÃO DE ERRO):

A tensão de saída do amplificador de erro num circuito fechado de controle.

ESD (ESD):

Abreviação para Descarga Eletrostática.

ESL (ESL):

Abreviação para Indutância em Série Equivalente.

ESR (ESR):

Abreviação para Resistência em Série Equivalente.

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F

FAILURE MODE (MODO DE FALHA):

A forma na qual um dispositivo deixou de atender os requisitos mínimos especificados.

FALL TIME (TEMPO DE QUEDA):

O tempo necessário para um pulso diminuir de 90 por cento para 10 por cento de sua máxima amplitude positiva (negativa).

FAN COOLED (VENTILADOR RESFRIADO):

Um método de resfriamento forçado de ar usado para manter o projeto.

FARAD (FARAD):

Unidade de medida de capacitância. Um capacitor tem uma capacitância de um farad quando uma carga de um coulomb aumenta seu potencial em um volt: C = Q/E.

FEEDBACK (REALIMENTAÇÃO):

O processo de retornar parte do sinal de saída de um sistema para sua entrada.

FEED FORWARD (ALIMENTAÇÃO POR ANTECIPAÇÃO):

Uma técnica de controle onde a regulagem de linha de uma fonte de alimentação é melhorada sentindo diretamente a tensão de entrada.

FEED THROUGH (ALIMENTAÇÃO ATRAVÉS (DE UMA PLACA)):

Um furo passante com solda numa placa de circuito impresso que conecta eletricamente uma trilha do lado de cima da placa com uma trilha do lado de baixo.

FERRITE (FERRITE):

Um material cerâmico que exibe baixa perda em altas freqüências, e que contém óxido de ferro misturado com óxidos ou carbonatos de um ou mais metais tais como manganês, zinco, níquel ou magnésio.

FET (FET):

Abreviação para Transistor de Efeito de Campo.

FIELD EFFECT TRANSISTOR (FET) (TRANSISTOR DE EFEITO DE CAMPO (FET)):

Transistor em que a resistência do caminho de corrente da fonte para o dreno é modulada aplicando-se um campo elétrico transversal entre dois eletrodos. Ver também TRANSISTOR DE EFEITO DE CAMPO DE JUNÇÃO, ÓXIDO DE METAL, TRANSISTOR DE EFEITO DE CAMPO DE SEMICONDUTOR.

FIELD EMISSION (EMISSÃO DE CAMPO):

Emissão eletrônica de uma superfície devido diretamente a gradientes de alta tensão na superfície de emissão. (Padrão IEEE 100-1988)

FIELD EMISSION GUN (CANHÃO DE EMISSÃO DE CAMPO):

Um canhão eletrônico com um eletrodo extrator que puxa ou extrai elétrons do filamento.

FILAMENT (FILAMENTO):

(tubo de elétrons) Um catodo quente, usualmente na forma de um fio ou fita, ao qual pode ser fornecido calor passando corrente através do mesmo. Observação: Também conhecido como catodo filamentar. (Padrão IEEE 100-1988)

FILAMENT CURRENT (CORRENTE DE FILAMENTO):

A corrente fornecida a um filamento para aquecê-lo. (Padrão IEEE 100-1984)

FILAMENT OUTPUT (SAÍDA DE FILAMENTO):

Fonte de alimentação que aquece o filamento de uma coluna de elétron, CRT (Tubo de Raios Catódicos) ou de raios-X. Em algumas aplicações, a saída do filamento "flutua" na tensão de aceleração. (Alta Tensão de Bertan)

FILAMENT VOLTAGE (TENSÃO DE FILAMENTO):

Fonte de alimentação que aquece o filamento de uma coluna de elétron, CRT ou de raios-X. Em algumas aplicações, a saída do filamento "flutua" na tensão de aceleração. (Alta Tensão de Bertan)

FILTER (FILTRO):

Um ou mais componentes discretos posicionados num circuito para atenuar energia de sinal numa faixa especificada de freqüências.

FLASHOVER (DESCARGA ELÉTRICA):

1) (geral) Uma descarga disruptiva através do ar ao redor ou sobre a superfície de isolamento sólido ou líquido, entre partes de potencial ou polaridade diferente, produzido pela aplicação de tensão onde o caminho de falha do isolamento torna-se suficientemente ionizado para manter um arco elétrico. 2) (terminação de cabo de ca de alta tensão) Uma descarga disruptiva ao redor ou sobre a superfície de uma parte isolante, entre partes de potencial ou polaridade diferente, produzido pela aplicação de tensão onde o caminho de falha do isolamento torna-se suficientemente ionizado para manter um arco elétrico. 3) (teste de alta tensão) Termo usado quando uma descarga disruptiva ocorre sobre a superfície de um dielétrico sólido num meio gasoso ou líquido. (Padrão IEEE 100-1988)

FLOATING NETWORK OR COMPONENTS (REDE OU COMPONENTES FLUTUANTES):

Uma rede ou componente que não tem nenhum terminal no potencial de terra. (Padrão IEEE 100-1988)

FLOATING OUTPUT (SAÍDA FLUTUANTE):

Saída não aterrada de uma fonte de alimentação onde qualquer terminal de saída pode ser referenciado para outra tensão especificada.

FLYBACK CONVERTER (CONVERSOR DE FLYBACK):

Um circuito de chaveamento de fonte de alimentação que normalmente usa um único transistor. Durante a primeira metade do ciclo de chaveamento o transistor está ligado e a energia está armazenada no primário de um transformador; durante a segunda metade do ciclo de chaveamento essa energia é transferida para o secundário do transformador e para a carga.

FOCUS (FOCO):

(oscilógrafo) Convergência máxima do feixe de elétron manifestada por tamanho mínimo do ponto na tela de fósforo. (Padrão IEEE 100-1988)

FOCUSING ELECTRODE (ELETRODO FOCALIZADOR):

(tubo de feixe) Um eletrodo cujo potencial é ajustado para focalizar um feixe de elétron. (Padrão IEEE 100-1988)

FOLDBACK CURRENT LIMITING (LIMITAÇÃO DE CORRENTE DE PROTEÇÃO DE SOBRECARGA):

Um circuito de proteção de saída de fonte de alimentação em que a corrente de saída decresce com o aumento da sobrecarga, chegando num mínimo no curto circuito. Isto minimiza a dissipação de potência interna sob condições de sobrecarga. A limitação de corrente de proteção de sobrecarga é geralmente usada com reguladores lineares.

FORWARD CONVERTER (CONVERSOR POR ANTECIPAÇÃO):

Um circuito de chaveamento de fonte de alimentação que transfere energia para o secundário do transformador quando o transistor de chaveamento está ligado.

FREE WHEEL DIODE (DIODO DE PROTEÇÃO):

Um diodo numa fonte de alimentação de chaveamento modulado em largura de pulso que fornece um caminho de condução para a força eletromotriz inversa de um choque de saída.

FREQUENCY (FREQÜÊNCIA):

Número de ciclos por segundo (medida em Hertz).

FULL BRIDGE CONVERTER (CONVERSOR DE PONTE COMPLETA):

Um circuito de chaveamento de potência no qual quatro dispositivos de chaveamento de potência são conectados numa configuração ponte para acionar um primário de transformador.

FULL BRIDGE RECTIFIER (RETIFICADOR DE PONTE COMPLETA):

Um circuito retificador que emprega quatro diodos por fase.

FULL WAVE RECTIFIER (RETIFICADOR DE ONDA COMPLETA):

Circuito retificador que produz uma saída cc para cada meio ciclo de corrente alternada aplicada.

FUSE (FUSÍVEL):

Dispositivo protetor de segurança que abre permanentemente um circuito elétrico quando sobrecarregado. Ver também DISPOSITIVO DE SOBRECORRENTE, DISPOSITIVO PROTETOR DE SOBRECORRENTE.

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G

GAIN (GANHO):

Razão do sinal de saída pelo sinal de entrada. Ver também GANHO DE MALHA FECHADA, MARGEM DE GANHO, GANHO DE MALHA ABERTA.

GAUSS (GAUSS):

Medida de densidade de fluxo em Maxwells por centímetro quadrado da área da seção transversal. Um Gauss é 10-4 Tesla

GLITCH (FALHA):

1) Uma distorção de forma de onda de tensão transitória indesejada que ocorre num sinal. 2) Um problema técnico secundário que surge em equipamentos elétricos.

GPIB (GPIB):

Barramento de interface de uso geral, conhecido também como IEEE-488. (Alta Tensão de Bertan)

GRID (GRADE):

1) Em baterias, uma estrutura para uma placa ou eletrodo que suporta ou mantém os materiais ativos e atua como um coletor de corrente. 2) Em tubos de vácuo, um elemento usado para controlar o fluxo de elétrons. 3) Uma rede de linhas paralelas igualmente espaçadas, um conjunto espaçado perpendicular ao outro.

GROUND (ATERRAMENTO):

Uma conexão condutora, intencional ou acidental, através da qual um circuito elétrico ou equipamento está conectado a terra, ou a algum corpo condutor que serve no lugar de terra. (Código Elétrico Nacional)

GROUND BUS (BARRAMENTO DE ATERRAMENTO):

Um barramento ao qual são ligados terras individuais num sistema, e que por sua vez é aterrado em um ou mais pontos

GROUNDED (ATERRADO):

Conectado ou em contato com terra ou conectado a algum corpo condutor estendido que serve em lugar de terra.

GROUND LOOP (CIRCUITO FECHADO DE TERRA):

Uma condição que causa níveis de tensão indesejáveis quando dois ou mais circuitos compartilham linhas de terra ou retorno elétrico em comum.

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H

HALF-BRIDGE CONVERTER (CONVERSOR DE MEIA PONTE):

Um projeto de fonte de alimentação de chaveamento no qual dois dispositivos de chaveamento de potência são usados para acionar o primário do transformador. Ver também RETIFICADOR DE PONTE.

HALF-WAVE RECTIFIER (RETIFICADOR DE MEIA ONDA):

Um elemento de circuito, tal como um diodo, que retifica somente metade da onda ca de entrada para produzir uma saída cc pulsante.

HEADROOM (FOLGA DE TENSÃO):

A diferença entre a tensão de entrada e a tensão de saída num regulador de passagem linear em série. Ver também TENSÃO DIFERENCIAL.

HEAT SINK (DISSIPADOR TÉRMICO):

O meio através do qual a energia térmica é dissipada.

HENRY (H) (HENRY (H)):

Unidade de medida de indutância. Um enrolamento tem um henry de indutância se uma FEM de um volt for induzida quando a corrente através de um indutor estiver mudando a uma taxa de um ampère por segundo

HERTZ (Hz) (HERTZ (Hz)):

A unidade de medida do SI para freqüência, nomeada em honra de Heinrich Hertz que descobriu as ondas de rádio. Um hertz é igual a um ciclo por segundo.

HICCUP (“SOLUÇO” (HICCUP)):

Uma condição transitória que momentaneamente confunde um circuito fechado de controle.

HIGH LINE (LINHA ELEVADA):

Mais alta tensão operacional de entrada especificada.

HIGH VOLTAGE ASSEMBLY (CONJUNTO DE ALTA TENSÃO):

A parte de uma fonte de alimentação de alta tensão que contém os circuitos de alta tensão que são críticos para o desempenho e a confiabilidade da fonte de alimentação de alta tensão. (Alta Tensão de Bertan)

HI-POT TEST (HIGH POTENTIAL TEST) (TESTE HI-POT (TESTE DE ALTO POTENCIAL)):

Um teste realizado aplicando-se alta tensão por um tempo especificado a dois pontos isolados num dispositivo para determinar a adequação de materiais isolantes.

HOLDING TIME (TEMPO DE MANUTENÇÃO):

Ver TEMPO DE INTERRUPÇÃO

HOLDUP TIME (TEMPO DE INTERRUPÇÃO):

O tempo sob as condições de pior caso durante o qual a tensão de saída da fonte de alimentação permanece dentro de limites especificados após a perda ou remoção de potência de entrada. Algumas vezes chamada Tempo de Manutenção ou Sustentação.

HYBRID SUPPLIES (FONTES HÍBRIDAS):

Uma fonte de alimentação que combina duas ou mais técnicas diferentes de regulagem, tal como ferrorressonante e linear ou chaveamento e linear, ou uma que se beneficia da tecnologia híbrida.

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I

I-BEAM (I-FEIXE):

Feixe de Íon. (Alta Tensão de Bertan)

IC (CI):

Abreviação para Circuito Integrado.

IEC (IEC):

Abreviação para Comissão Internacional de Eletrotécnica.

IEEE (IEEE):

Abreviação para Instituto de Engenheiros Elétricos e Eletrônicos.

IMPEDANCE (Z) (IMPEDÂNCIA (Z)):

Resistência total ao fluxo de uma corrente alternada em conseqüência de resistência e reatância.

INDUCED CURRENT (CORRENTE INDUZIDA):

Corrente que flui em conseqüência de uma FEM (Força Eletromotriz) Induzida.

INDUCED EMF (FEM INDUZIDA):

Tensão induzida num condutor num campo magnético variável.

INPUT (ENTRADA):

A capacidade de desligar a saída de uma fonte de alimentação de um local remoto.

INDUCED IMPEDANCE (IMPEDÂNCIA INDUZIDA):

A impedância dos terminais de entrada de um circuito ou dispositivo, com a entrada desconectada.

INDUCED FILTER (FILTRO INDUZIDO):

Um filtro passa-baixa ou rejeita-faixa na entrada de uma fonte de alimentação que reduz o ruído de linha alimentado para a fonte. Este filtro pode estar externo à fonte de alimentação.

INDUCED SURGE (SURTO INDUZIDO):

Ver CORRENTE DE INFLUXO

INPUT VOLTAGE RANGE (FAIXA DE TENSÃO DE ENTRADA):

A faixa de valores de tensão de entrada para a qual uma fonte de alimentação ou dispositivo opera dentro de limites especificados.

INRUSH CURRENT (CORRENTE DE INFLUXO):

A faixa de valores de tensão de entrada para a qual uma fonte de alimentação ou dispositivo opera dentro de limites especificados.

INSTANTANEOUS VALUE (VALOR INSTANTÂNEO):

O valor medido de um sinal num dado momento no tempo.

INSULATION (ISOLAMENTO):

Materiais não-condutores usados para separar circuitos. elétricos.

INSULATION RESISTANCE (RESISTÊNCIA DE ISOLAMENTO):

A resistência oferecida, geralmente medida em megohms, por um material isolante ao fluxo de corrente resultante de uma tensão cc aplicada

INVERTER (INVERSOR):

1) Um dispositivo que altera potência cc para potência ca. 2) Um circuito, elemento de circuito ou dispositivo que inverte o sinal de entrada.

ION BEAM (FEIXE DE ÍONS):

Uma coleção de íons que pode ser paralelo, convergente, ou divergente. (Alta Tensão de Bertan)

ION GUN (CANHÃO DE ÍONS):

Um dispositivo similar a um canhão eletrônico, mas no qual as partículas carregadas são íons. Exemplo: canhão de prótons. (Padrão IEEE 100-1988)

ISOLATION (ISOLAMENTO):

A separação elétrica entre dois circuitos, ou elementos de circuito.

ISOLATION TRANSFORMER (TRANSFORMADOR DE ISOLAMENTO):

Um transformador com uma relação entre as espiras de um para um. Ver também TRANSFORMADOR ABAIXADOR TRANSFORMADOR ELEVADOR, TRANSFORMADOR

ISOLATION VOLTAGE (TENSÃO DE ISOLAMENTO):

A tensão especificada máxima ca ou cc que pode ser continuamente aplicada entre os circuitos isolados.

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J

JOULE (J) (JOULE (J)):

Unidade de energia igual a um watt-segundo.

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K

KELVIN (K) (KELVIN (K)):

1) Unidade de temperatura no Sistema Internacional de Unidades (Sl) igual à fração 1/273,16 da temperatura termodinâmica do ponto triplo da água. A escala de temperatura kelvin usa graus Celsius com a escala deslocada em 273,16. Portanto, 0 K está no zero absoluto. Adicione 273,16 a qualquer valor Celsius para obter o valor correspondente em kelvins. 2) Uma técnica que usa 4 terminais para isolar fios que transportam corrente de fios de medida de tensão.

KIRCHOFF'S CURRENT LAW (LEI DE CORRENTE DE KIRCHOFF):

Em qualquer junção de condutores num circuito, a soma algébrica da corrente é zero.

KIRCHOFF'S VOLTAGE LAW (LEI DE TENSÃO DE KIRCHOFF):

Num circuito, a soma algébrica de tensões ao long do circuito é igual a zero.

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L

LATCH-UP (TRAVAMENTO):

Uma parte do circuito de controle para uma fonte de alimentação que vai para uma condição travada.

L-C FILTER (FILTRO L-C):

Um filtro passa-baixa que consiste de uma indutância (L) e uma capacitância (C). Também conhecido como um filtro de média.

LEAKAGE CURRENT (CORRENTE DE FUGA):

1) A corrente ca ou cc fluindo da entrada para a saída e/ou chassi de um dispositivo isolado numa tensão especificada. 2) A corrente inversa em junções de semicondutor.

LED (LED):

Símbolo para Diodo de Emissor de Luz.

LINE (LINHA):

1) Meio para transmissão de eletricidade entre circuitos ou dispositivos. 2) A tensão numa linha de transmissão de energia. Ver também LINHA ALTA, LINHA BAIXA.

LINEAR (LINEAR):

1) Em linha reta. 2) Uma relação matemática na qual as quantidades variam em proporção direta umas com as outras, o resultado da qual, quando plotado, forma uma linha reta.

LINEARITY (LINEARIDADE):

1) A propriedade ideal onde a alteração no valor de uma quantidade é diretamente proporcional à alteração no valor de outra quantidade, o resultado do qual, quando plotado no gráfico, forma uma linha reta. 2) Comumente usado em referência a Erro de Linearidade.

LINEARITY ERROR (REGULAGEM DE FONTE LINEAR):

O desvio da quantidade de saída de uma linha de referência especificada.

LINEAR PASS (PASSAGEM LINEAR):

Ver PASSAGEM EM SÉRIE

LINEAR REGULATION (REGULAGEM LINEAR):

Uma técnica de regulagem onde o dispositivo de controle, tal como um transistor, é colocado em série ou em paralelo com a carga. A saída é regulada variando-se a resistência real do dispositivo de controle para dissipar a potência não utilizada. Ver também REGULAGEM POR FONTE LINEAR.

LINEAR REGULATOR (REGULADOR LINEAR):

Um transformador de potência ou um dispositivo conectado em série com a carga de uma fonte de alimentação de tensão constante de tal forma que a realimentação para o regulador em série altera sua queda de tensão conforme necessário para manter uma saída cc constante.

LINEAR SUPPLY REGULATION (REGULAGEM POR FONTE LINEAR):

Uma fonte de alimentação eletrônica que emprega técnicas de regulagem linear. Ver também REGULAGEM LINEAR.

LINE CONDITIONER (CONDICIONADOR DE LINHA):

Um circuito ou dispositivo projetado para melhorar a qualidade de uma linha ca.

LINE EFFECT (EFEITO DE LINHA):

Ver REGULAGEM DE LINHA.

LINE REGULATION (REGULAGEM DE LINHA):

Uma técnica de regulagem onde o dispositivo de controle, tal como um transistor, é colocado em série ou paralelo com a carga. A saída é regulada variando-se a resistência real do dispositivo de controle para dissipar potência não utilizada. Ver também REGULAGEM POR FONTE LINEAR.

LINE REGULATIOR (REGULADOR DE LINHA):

Equipamento de conversão de potência que regula e/ou altera a tensão da potência de entrada.

LINE TRANSIENT (TRANSITÓRIO DE LINHA):

Uma perturbação fora da faixa operacional especificada de uma tensão de entrada ou tensão da fonte.

LOAD (CARGA):

Capacitância, resistência, indutância ou qualquer combinação desses, que, quando conectada num circuito determina o fluxo de corrente e potência utilizados.

LOAD DECOUPLING (DESACOPLAMENTO DE CARGA):

A prática de colocar componentes de filtro na carga para atenuar o ruído.

LOAD EFFECTS (EFEITOS DE CARGA):

Ver REGULAGEM DE CARGA

LOAD IMPEDANCE (IMPEDÂNCIA DE CARGA):

A resistência complexa ao fluxo de corrente colocada por uma carga que exibe características tanto reativas quanto resistivas.

LOAD REGULATION (REGULAGEM DE CARGA):

1) Estática: A alteração na tensão de saída quando a carga é alterada de mínimo para máximo e de máximo para mínimo especificados, com todos os outros fatores mantidos constantes. 2) Dinâmica: A alteração na tensão de saída expressa como porcentagem para um dado degrau de alteração na corrente de carga. Devem ser especificados os valores iniciais e finais de corrente e as taxas de alteração. A taxa de alteração será expressa como corrente/unidade de tempo, p. ex., 20 ampères A/µ segundo. A regulagem dinâmica é expressa como porcentagem ± para o pior caso de desvio pico a pico para fontes cc, e pior caso de desvio rms para fontes ca.

LOCAL CONTROL (CONTROLE LOCAL):

Controle do sinal de saída estabilizado por meio localizado dentro ou sobre a fonte de alimentação. Pode ou não ser calibrado.

LOCAL SENSING (LEITURA LOCAL):

Usando os terminais de tensão de saída de fonte de alimentação como os pontos de leitura de erro para fornecer realimentação para o regulador de tensão.

LOGIC HIGH (LÓGICA ALTA):

Uma tensão que representa um valor lógico de 1 (um) em lógica positiva.

LOGIC INHIBIT/ENABLE (INIBIR/HABILITAR LÓGICA):

Um sinal lógico referenciado ou isolado que desliga ou liga a saída da fonte de alimentação.

LOGIC LOW (LÓGICA BAIXA):

Uma tensão que representa um valor lógico de 0 (zero) em lógica positiva.

LONG-TERM STABILITY (ESTABILIDADE DE LONGO PRAZO):

A alteração da tensão de saída duma fonte de alimentação, em porcentagem, devido somente ao tempo, com todos os outros fatores mantidos constantes. A estabilidade de longo prazo é função do envelhecimento do componente.

LOOP (MALHA):

O caminho usado para circular um sinal. Ver também MALHA FECHADA, MALHA DE CONTROLE, MALHA ABERTA.

LOOP GAIN (GANHO DE MALHA):

A razão dos valores de um dado sinal de um ponto para outro numa malha. Ver também GANHO.

LOOP RESPONSE (RESPOSTA DE MALHA):

A velocidade com a qual uma malha corrige para alterações especificadas na linha ou carga.

LOOP STABILITY (ESTABILIDADE DE MALHA):

Um termo que se refere à estabilidade de uma malha como medida segundo alguns critérios, p.ex., margem de fase e margem de ganho.

LOW LINE (LINHA BAIXA):

Menor tensão operacional de entrada especificada.

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M

MAINS (LINHAS DE ALIMENTAÇÃO):

A fonte de alimentação CA da concessionária.

MASTER-SLAVE OPERATION (OPERAÇÃO ESCRAVO-MESTRE):

Um método de interligar duas ou mais fontes de forma que uma delas (a mestre) sirva para controlar as outras (as escravas). As saídas das fontes escravas sempre permanecem iguais ou proporcionais à saída da mestre.

MAXIMUM LOAD (CARGA MÁXIMA):

1) A classificação mais alta admissível especificada de saída para todas ou quaisquer saídas de uma fonte de alimentação sob condições especificadas, incluindo ciclo de serviço, período e amplitude. 2) A classificação mais alta especificada de potência de uma fonte especificada sob as condições de pior caso.

MINIMUM LOAD (CARGA MÍNIMA):

1) A corrente especificada mais baixa a ser puxada duma fonte de alimentação de tensão constante para a tensão estar numa faixa especificada. 2) Para uma fonte de corrente constante, o valor máximo de resistência de carga

MODULAR (MODULAR):

1) Um termo fisicamente descritivo usado para descrever uma fonte de alimentação composta de várias subseções separadas, como um módulo de entrada, módulo de potência, ou módulo de filtro. 2) Uma unidade de potência individual modelada em dimensões padrões e capaz de ser integrada com outras partes ou unidades num sistema mais complexo e de potência mais elevada.

MODULATOR (MODULADOR):

O elemento de controle de uma fonte de alimentação de chaveada.

MOSFET (MOSFET):

Abreviação para Transistor de Efeito de Campo de Semicondutor de Óxido de Metal.

MTBF (MTBF):

Abreviação para Tempo Médio Entre Falhas.

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N

NEGATIVE FEEDBACK (REALIMENTAÇÃO NEGATIVA):

1) (circuitos e sistemas) O processo pelo qual parte do sinal no circuito de saída de um dispositivo amplificador reage sobre o circuito de entrada de maneira tal a contrariar a potência inicial, diminuindo assim, a amplificação. 2) (controle) (controle industrial) Um sinal de realimentação no sentido a reduzir a variável representada pela realimentação. 3) (degeneração) (realimentação estabilizada) (transmissão de dados) O processo pelo qual uma parte da potência no circuito de saída de um dispositivo amplificador reage sobre o circuito de entrada de maneira tal a reduzir a potência inicial, reduzindo assim, a amplificação. (Padrão IEEE 100-1988)

NEGATIVE RAIL (POLO NEGATIVO):

O mais negativo dos dois condutores na saída de uma fonte de alimentação.

NEGATIVE REGULATOR (REGULADOR NEGATIVO):

Um regulador de tensão cuja tensão de saída é negativa comparada à tensão no retorno.

NEGATIVE TEMPERATURE COEFFICIENT (COEFICIENTE NEGATIVO DE TEMPERATURA):

Uma função decrescente com temperatura crescente. A função poderá ser resistência, capacitância, tensão, etc.

NODE (NÓ):

A junção de dois ou mais ramais num circuito.

NOISE (RUÍDO):

O componente aleatório aperiódico na saída da fonte de potência que não está relacionado à fonte e freqüência do chaveamento. A menos que de outra forma especificado, o ruído é expresso em unidades pico a pico numa largura de banda especificada.

NO LOAD VOLTAGE (TENSÃO SEM CARGA):

Tensão terminal de bateria ou fonte quando não está fluindo nenhuma corrente no circuito externo. Ver TENSÃO DE CIRCUITO ABERTO

NOMINAL VALUE (VALOR NOMINAL):

O valor especificado ou objetivo de uma quantidade ou componente, que pode não ser o valor real medido.

NOMINAL VOLTAGE (TENSÃO NOMINAL):

O valor especificado ou objetivo de uma dada tensão, que pode não ser o valor real medido.

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O

OFF LINE POWER SUPPLY (FONTE DE ALIMENTAÇÃO FORA DE LINHA):

1) Uma fonte de alimentação na qual a linha ca é retificada e filtrada sem usar um transformador de isolamento de freqüência de linha. 2) Uma fonte de alimentação chaveada para entrar em serviço quando de perda de linha para fornecer potência à carga sem interrupção significativa. Ver também FONTE DE ALIMENTAÇÃO ININTERRUPTA.

OFFSET CURRENT (CORRENTE DE DESLOCAMENTO):

A corrente contínua que aparece como erro em qualquer terminal de um amplificador cc quando a fonte de corrente de entrada está desconectada.

OFFSET VOLTAGE (TENSÃO DE DESLOCAMENTO):

A tensão cc que permanece entre os terminais de entrada de um amplificador cc quando a tensão de corrente de saída é zero.

OHM (OHM):

Unidade de medida de resistência.

OP-AMP (OP-AMP):

Abreviação para Amplificador Operacional.

OPEN-FRAME CONSTRUCTION (CONSTRUÇÃO DE ESTRUTURA ABERTA):

Uma técnica de construção onde a fonte não é provida de invólucro.

OPEN LOOP (MALHA ABERTA):

Um caminho de sinal sem realimentação.

OPEN LOOP GAIN (GANHO DE MALHA ABERTA):

Razão do sinal de saída e sinal de entrada sem realimentação.

OPERATING TEMPERATURE RANGE (FAIXA DE TEMPERATURA OPERACIONAL):

A faixa de temperaturas ambiente, da placa base ou do invólucro na qual uma fonte de alimentação é especificada para operar com segurança e funcionar dentro de limites especificados. Ver também TEMPERATURA AMBIENTE, TEMPERATURA DE ARMAZENAGEM.

OPERATIONAL AMPLIFIER (OP-AMP) (AMPLIFICADOR OPERACIONAL (OP-AMP)):

Um dispositivo de entrada diferencial de ganho elevado que aumenta a magnitude do sinal aplicado para produzir uma tensão de erro.

OPERATIONAL POWER SUPPLY (FONTE DE ALIMENTAÇÃO OPERACIONAL):

Uma fonte de alimentação com um regulador de ganho elevado de malha aberta que atua como um amplificador operacional e pode ser programado com componentes passivos.

OPTO-COUPLER (OPTOACOPLADOR):

Um pacote que contém um emissor de luz e um fotoreceptor usado para transmitir sinais entre circuitos eletricamente isolados.

OPTO-ISOLATOR (OPTOISOLADOR):

Ver OPTOACOPLADOR.

OSCILLATOR (OSCILADOR):

Um dispositivo não rotativo para produzir corrente alternada, a freqüência de saída do qual é determinada pelas características do dispositivo. (Padrão IEEE 100-1988).

OUTPUT (SAÍDA):

A energia ou informação entregue de ou através de um circuito ou dispositivo.

OUTPUT CURRENT LIMITING (LIMITAÇÃO DE CORRENTE DE SAÍDA):

Um recurso protetor que mantém a corrente de saída de uma fonte de alimentação dentro de limites pré-determinados durante sobrecarga para evitar dano à fonte ou à carga.

OUTPUT FILTER (FILTRO DE SAÍDA):

Um ou mais componentes discretos usados para atenuar a ondulação e o ruído de saída.

OUTPUT IMPEDANCE (IMPEDÂNCIA DE SAÍDA):

A impedância que uma fonte de alimentação aparenta apresentar para em terminais de saída.

OUTPUT RANGE (FAIXA DE SAÍDA):

A faixa especificada na qual o valor de uma quantidade de saída estabilizada (tensão ou corrente) pode ser ajustada.

OUTPUT RIPPLE AND NOISE (ONDULAÇÃO E RUÍDO DE SAÍDA):

Ver DESVIO PERIÓDICO e ALEATÓRIO.

OUTPUT VOLTAGE (TENSÃO DE SAÍDA):

A tensão medida nos terminais de saída de uma fonte de alimentação.

OUTPUT VOLTAGE ACCURACY (PRECISÃO DE TENSÃO DE SAÍDA):

A tolerância em porcentagem da tensão de saída.

OVERCURRENT DEVICE (DISPOSITIVO DE SOBRECORRENTE):

Um dispositivo capaz de abrir automaticamente um circuito elétrico, tanto sob condições pré-determinadas de sobrecarga como de curto circuito, seja por fusão de metal ou por meio eletromecânico.

OVERCURRENT PROTECTION (PROTEÇÃO DE SOBRECORRENTE):

Ver LIMITAÇÃO DE CORRENTE DE SAÍDA.

OVERLOAD PROTECTION (PROTEÇÃO DE SOBRECARGA):

Um recurso que detecta e responde a corrente de condições de sobrecarga de potência. Ver também LIMITAÇÃO DE CORRENTE DE SAÍDA.

OVERSHOOT (ULTRAPASSAGEM):

Uma alteração transitória na tensão de saída ultrapassando os limites de regulagem de saída especificados, que pode ocorrer quando uma fonte de alimentação é ligada ou desligada, ou quando houver uma alteração de degrau na linha ou carga.

OVERVOLTAGE (SOBRETENSÃO):

1) A diferença potencial entre o equilíbrio de um eletrodo e o do eletrodo sob uma corrente de polarização imposta. 2) Uma tensão que excede os limites especificados.

OVERVOLTAGE PROTECTION (OVP)(SOBRETENSÃO):

1) A diferença potencial entre o equilíbrio de um eletrodo e o do eletrodo sob uma corrente de polarização imposta. 2) Uma tensão que excede os limites especificados.

OVP (OVP):

Abreviação para Proteção de Sobretensão.

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P

PAD (SAPATA):

Uma área condutora numa placa de circuito impresso usada para conexão a um fio de componente ou área terminal, ou como um ponto de teste.

PARALLEL (PARALELO):

1) Termo usado para descrever a interconexão de fontes de potência nas quais terminais semelhantes são conectados tal que as correntes combinadas sejam transmitidas a uma única carga. 2) A conexão de componentes ou circuitos numa configuração de derivação.

PARALLEL (PARALELO):

A conexão de duas ou mais fontes de alimentação da mesma tensão de saída para obter uma corrente de saída maior. Considerações especiais de projeto poderão ser exigidas para operação em paralelo de fontes de alimentação.

PARD (periodic and random deviation) (DPA (desvio periódico e aleatório)):

Substitui o antigo termo ondulação de ruído. DPA é o desvio periódico e aleatório que se refere à soma de todos os componentes de ondulação e ruído na saída cc de uma fonte de alimentação, independentemente da natureza ou fonte.

PASS ELEMENT (ELEMENTO DE PASSAGEM):

Um dispositivo de  resistência variável controlado, seja um tubo de vácuo ou semicondutor, em série com a fonte de alimentação cc, usada para fornecer regulagem.

PEAK (PICO):

Valor máximo de uma forma de onda alcançado durante um tempo de ciclo ou operacional particular.

PEAK INVERSE VOLTAGE (PIV) (DPA (desvio periódico e aleatório)):

Substitui o antigo termo ondulação de ruído. DPA é o desvio periódico e aleatório que se refere à soma de todos os componentes de ondulação e ruído na saída cc de uma fonte de alimentação, independentemente da natureza ou fonte.

PEAK OUTPUT CURRENT (ELEMENTO DE PASSAGEM):

Um dispositivo de  resistência variável controlado, seja um tubo de vácuo ou semicondutor, em série com a fonte de alimentação cc, usada para fornecer regulagem.

PEAK-TO-PEAK (PICO-A-PICO):

O valor medido de uma forma de onda do pico em sentido positivo ao pico em sentido negativo.

PERIODIC AND RANDOM DEVIATION (PARD) (DESVIO PERIÓDICO E ALEATÓRIO (DPA)):

A soma de todos os componentes de ondulação e ruído medidos numa largura de faixa especificada e determinada, a menos que de outra forma especificado, em valores pico-a-pico.

PHASE ANGLE (ÂNGULO DE FASE):

O ângulo que uma forma de onda de tensão está adiantada ou atrasada em relação à forma de onda de corrente.

PIV (PIV):

Abreviação para Tensão Inversa de Pico.

POLARITY (POLARIDADE):

Propriedade de dispositivo ou circuito de ter pólos tais como norte e sul ou positivo e negativo.

POSITIVE RAIL (POLO POSITIVO):

O mais positivo dos dois condutores de saída de uma fonte de alimentação.

POST REGULATION (PÓS-REGULAÇÃO):

Refere-se ao uso de um regulador secundário numa saída de fonte de alimentação para melhorar a regulação de linha/carga e atenuar a ondulação e o ruído.

POT (POT):

Abreviação para potenciômetro.

POTTING (ENVASAMENTO):

Um material isolante para encapsular um ou mais elementos de circuito.

POWER FACTOR (FATOR DE POTÊNCIA):

A razão de potência real para aparente expressa como decimal, freqüentemente especificada como avanço ou atraso da corrente relativa à tensão.

POWER FACTOR CORRECTION (CORREÇÃO DO FATOR DE POTÊNCIA):

1) Técnica de forçar a puxada de corrente para aproximar-se de estar em fase com a tensão num circuito ca. 2) Adição de capacitores a um circuito indutivo para compensar a reatância.

POWER RATING (POTÊNCIA NOMINAL):

Potência disponível nos terminais de saída de uma fonte de alimentação baseada nas especificações do fabricante.

POWER SOURCE (FONTE DE ENERGIA):

Qualquer dispositivo que fornece energia elétrica, incluindo um gerador, célula, bateria, módulo de potência, fonte de alimentação, célula solar, etc.

POWER SUPPLY (FONTE DE ALIMENTAÇÃO):

Um dispositivo para conversão de energia disponível de um conjunto de características para outro conjunto de características para atender requisitos especificados. Aplicação típica de fontes de alimentação inclui converter potência de entrada bruta para uma tensão controlada ou estabilizada e/ou corrente para a operação de equipamentos eletrônicos.

POWER SUPPLY CORD (CABO DE FONTE DE FORÇA):

Um conjunto de comprimento apropriado de cabo flexível provido de um plugue de conexão numa extremidade.

PPM (PPM):

Abreviação para partes por milhão.

PREREGULATION (PRÉ-REGULAÇÃO):

O circuito de regulação inicial num sistema que contém no mínimo duas malhas de regulação em cascata.

PRIMARY-SIDE-CONTROL (CONTROLE NO LADO DO PRIMÁRIO):

Um nome para uma fonte de alimentação chaveada fora de linha com o modulador de largura de pulso no primário.

PRIMARY CIRCUIT (PRÉ-REGULAÇÃO):

Um circuito eletricamente conectado à entrada ou fonte de energia do dispositivo.

PROGRAMMABLE COEFFICIENT (COEFICIENTE PROGRAMÁVEL):

A faixa exigida em resistência de controle para produzir uma alteração de um volt na tensão de saída. Expressa em ohms por volt. A razão de alteração num parâmetro de controle para induzir uma alteração unitária na saída, p.ex., 100 ohms/volt, ou 100 ohms/ampère.

PROGRAMMABLE POWER SUPPLY (FONTE DE ALIMENTAÇÃO PROGRAMÁVEL):

Uma fonte de alimentação com uma saída controlada por uma tensão, corrente, resistência ou código digital aplicado.

PROGRAMMING (PROGRAMAÇÃO):

O controle de um parâmetro de fonte de alimentação, tal como tensão de saída, por meio de um elemento de controle de sinal.

PULSE-WIDTH MODULATION (PWM) (MODULAÇÃO DE LARGURA DE PULSO (PWM):

Um método de regular a tensão de saída de uma fonte de alimentação chaveada variando a duração, mas não a freqüência, de um trem de pulsos que aciona uma chave de força.

PULSE-WIDTH MODULATOR (PWM) ():

An integrated discrete circuit used in switching-type power supplies, to control the conduction time of pulses produced by the clock.

PUSH-PULL CIRCUIT (CIRCUITO PUSH-PULL):

Um circuito que contém dois elementos semelhantes que operam numa relação de fase de 180 graus para produzir componentes de saída aditivos da onda desejada, com cancelamento de certos produtos indesejados. Observação: Amplificadores push-pull e osciladores push-pull são exemplos. (Padrão IEEE 100-1988)

PUSH-PULL CONVERTER (CONVERSOR PUSH-PULL):
Um circuito de chaveamento de potência que usa duas ou mais chaves de força alternativamente acionadas ligada e desligada.
PWM (PWM):

Diversamente, a abreviação para Modulação de Largura de Pulso, Modulador de Largura de Pulso

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R

RATED OUTPUT CURRENT (CORRENTE NOMINAL DE SAÍDA):

A corrente de carga contínua máxima que uma fonte de alimentação está projetada para fornecer sob condições operacionais especificadas.

RECOVERY TIME (TEMPO DE RECUPERAÇÃO):

O tempo necessário para a característica medida retornar para dentro de limites especificados após um evento anormal.

RECTIFICATION (RETIFICAÇÃO):

O processo de mudar uma corrente alternada para uma corrente unidirecional. Ver RETIFICADOR DE ONDA COMPLETA, RETIFICADOR DE MEIA ONDA.

RECTIFIER (RETIFICADOR):

Um componente que passa corrente somente num sentido, p.ex., um diodo.

REFERENCE GROUND (TERRA DE REFERÊNCIA):

Ponto definido num circuito ou sistema em relação ao qual devem ser feitas as medições de potencial.

REFERENCE VOLTAGE (TENSÃO DE REFERÊNCIA):

A tensão definida ou especificada à qual são comparadas outras tensões.

REGULATED POWER SUPPLY (FONTE DE ALIMENTAÇÃO REGULADA):

Um dispositivo que mantém dentro de limites especificados uma tensão ou corrente de saída constante para alterações especificadas na linha, temperatura da carga ou tempo.

REGULATION (REGULAGEM):

O processo de manter constante parâmetros selecionados, a amplitude dos quais é expressa como porcentagem.

REGULATOR (REGULADOR):

O circuito da fonte de alimentação que controla ou estabiliza o parâmetro de saída num valor especificado.

REMOTE CONTROL (CONTROLE REMOTO):

1) (geral) Controle de uma operação a distância: isso envolve um link, geralmente elétrico, entre o dispositivo de controle e o aparelho a ser operado. Observação: O controle remoto poderá por (A) um fio direto, (B) outros tipos de canais de interconexão tais como corrente-portadora ou microondas, (C) controle de supervisão, ou (D) meio mecânico. 2) (instrumentação programável) Um método em que um dispositivo é programável através de sua conexão de interface elétrica a fim de habilitar o dispositivo a realizar diferentes tarefas. (Padrão IEEE 100-1988)

REMOTE PROGRAMMING (PROGRAMAÇÃO REMOTA):

Ver PROGRAMAÇÃO.

REMOTE SENSING (LEITURA REMOTA):

Uma técnica para regular a tensão de saída de uma fonte de alimentação na carga conectando os fios de leitura de erro do regulador diretamente à carga. A leitura remota compensa quedas de tensão máxima especificada nos fios da carga. Deve-se ter cuidado para evitar abrir os fios de manutenção da carga para evitar danificar a fonte de alimentação. A polaridade deve ser observada ao conectar os fios de leitura para evitar danificar o sistema.

REPEATABILITY (REPETIBILIDADE):

A capacidade de duplicar os resultados sob condições operacionais idênticas.

RESET SIGNAL (SINAL DE REAJUSTE):

Um sinal usado para retornar um circuito a um estado desejado.

RESISTANCE (R) (RESISTÊNCIA (R)):

Propriedade de um material que se opõe ao fluxo de corrente.

RESOLUTION (RESOLUÇÃO):

O menor incremento de alteração na saída que pode ser obtido por um ajuste.

RESONANCE (RESSONÂNCIA):

1) O estado no qual a freqüência de resposta natural de um circuito coincide com a freqüência de um sinal aplicado, ou vice-versa, resultando em resposta intensificada. 2) O estado no qual a freqüência de vibração natural de um corpo coincide com uma força de vibração aplicada, ou vice-versa, resultando em vibração reforçada do corpo.

RESONANT CIRCUIT (CIRCUITO RESSONANTE):

Um circuito no qual elementos indutivos e capacitivos estão em ressonância numa freqüência operacional.

RESONANT CONVERTER (CONVERSOR RESSONANTE):

Uma classe de conversores que usa um circuito ressonante como parte da malha de regulagem.

RESONANT FREQUENCY (FREQÜÊNCIA RESSONANTE):

A freqüência natural na qual um circuito oscila ou um dispositivo vibra. Num circuito L-C, reatâncias indutivas e capacitivas são iguais na freqüência ressonante.

RESPONSE TIME (TEMPO DE RESPOSTA):

O tempo necessário para a saída de uma fonte de alimentação ou circuito alcançar uma fração especificada de seu novo valor após alteração ou perturbação por degrau.

RETURN (RETORNO):

O nome para o terminal comum da saída de uma fonte de alimentação; leva a corrente de retorno para as saídas.

REVERSE VOLTAGE PROTECTION (PROTEÇÃO DE TENSÃO REVERSA):

Um circuito ou elemento de circuito que protege a fonte de alimentação de dano causado por tensão de polaridade inversa aplicada aos terminais de entrada ou saída.

RFI (RFI):

Abreviação para Interferência de Rádio Freqüência.

RIDE-THROUGH (SUSTENTAÇÃO):

Ver TEMPO DE INTERRUPÇÃO.

RIPPLE (ONDULAÇÃO):

O componente periódico ca na saída da fonte de alimentação harmonicamente relacionado a freqüências de fonte ou chaveamento. A menos que de outra forma especificada, é expressa em unidades pico a pico numa largura de faixa especificada.

RIPPLE AND NOISE (ONDULAÇÃO E RUÍDO):

Ver DESVIO PERIÓDICO E ALEATÓRIO (DPA). Ver DESVIO PERIÓDICO E ALEATÓRIO (DPA)

RIPPLE VOLTAGE (TENSÃO DE ONDULAÇÃO):

O componente ca periódico da saída cc de uma fonte de alimentação.

RISE TIME (TEMPO DE SUBIDA):

O tempo requerido para um pulso subir de 10 por cento a 90 por cento de sua amplitude máxima.

RMS VALUE (VALOR RMS):

No texto, use letra minúscula: rms. Abreviação de Valor Quadrático Médio.

ROOT MEAN SQUARE (RMS) VALUE (VALOR QUADRÁTICO MÉDIO (RMS)):

1) (função periódica) A raiz quadrada da média dos quadrados dos valores da função tomados durante um período (Norma IEEE 100-1988). 2) Para uma onda senoidal, 0,707 x Valor de Pico.

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S

SAFE OPERATING AREA (SOA) (ÁREA OPERACIONAL SEGURA (SOA)):

Um relação potência/tempo especificada pelo fabricante que deve ser observada para evitar dano aos semicondutores bipolares de potência.

SAFETY COMPLIANCE (CONFORMIDADE DE SEGURANÇA):

Certificação, reconhecimento ou aprovação pelas agências de segurança tais como Underwriters Laboratories Inc. (UL/U.S.A.), Canadian Standards Association (CSA), etc. Ver também CONFORMIDADE.

SAFETY GROUND (TERRA DE SEGURANÇA):

Um caminho condutivo de um chassi, painel ou invólucro a terra para ajudar a evitar lesão ou dano a pessoal e equipamentos.

SCR (SCR):

Abreviação para Retificador Controlado de Silício.

SECONDARY CIRCUIT (CIRCUITO SECUNDÁRIO):

Um circuito eletricamente isolado da entrada ou fonte de potência do dispositivo.

SECONDARY OUTPUT (SAÍDA SECUNDÁRIA):

Uma saída de uma fonte de alimentação chaveada que não é lida pela malha de controle.

SENSE AMPLIFIER (AMPLIFICADOR DE LEITURA):

Um amplificador que está conectado ao divisor de tensão de saída para determinar, ou ler, a tensão de saída. (Alta Tensão de Bertan)

SENSE LINE (LINHA DE LEITURA):

O condutor que roteia tensão de saída para a malha de controle. Ver também LEITURA REMOTA.

SENSE LINE RETURN (RETORNO DE LINHA DE LEITURA):

O condutor que roteia a tensão no retorno de saída para a malha de controle. Ver também LEITURA REMOTA.

SEQUENCING (SEQÜENCIAMENTO):

O processo que força a ordem de ligar e desligar de saídas individuais de uma fonte de alimentação de saída múltipla.

SERIES (SÉRIE):

1) A interconexão de duas ou mais fontes de alimentação tal que os terminais de polaridade alternada estão conectados de forma que suas tensões somem numa carga. 2) A conexão ponta a ponta de componentes de circuito para formar um único caminho de corrente.

SERIES PASS (PASSAGEM EM SÉRIE):

Um elemento ativo controlado em série com uma carga que é usada para regular a tensão.

SERIES REGULATION (REGULADOR EM SÉRIE):

Ver REGULAGEM LINEAR

SERIES REGULATOR (REGULAGEM EM SÉRIE):

Um regulador no qual o elemento de controle ativo está em série com a fonte cc e a carga.

SETTING RANGE (FAIXA DE AJUSTE):

A faixa na qual o valor da quantidade de saída estabilizada pode ser ajustado.

SETTING TIME (TEMPO DE AJUSTE):

O tempo para uma fonte de alimentação estabilizar dentro de especificações após um desvio fora dos parâmetros de projeto de entrada/saída.

SHIELD (BLINDAGEM):

Partição ou invólucro ao redor de componentes num circuito para minimizar os efeitos de campos de freqüência magnética e de rádio parasitas. Ver também INVÓUCRO, BLINDAGEM ELETROSTÁTICA, BLINDAGEM DE FARADAY.

SHOCK HAZARD (PERIGO DE CHOQUE):

Uma condição elétrica potencialmente perigosa que poderá ser ainda definida por várias especificações de indústria ou agência.

SHORT CIRCUIT (CURTO CIRCUITO):

Uma conexão direta que fornece uma caminho de resistência virtualmente zero para corrente.

SHORT CIRCUIT CURRENT (CORRENTE DE CURTO CIRCUITO):

O valor inicial da corrente obtida de uma fonte de alimentação num circuito de resistência desprezível

SHORT CIRCUIT PROTECTION (PROTEÇÃO DE CURTO CIRCUITO):

Um recurso protetor que limita a corrente de saída de uma fonte de alimentação para evitar dano.

SHORT CIRCUIT TEST (TESTE DE CURTO CIRCUITO):

Um teste no qual a saída é colocada em curto para garantir que a corrente de curto circuito esteja dentro de seus limites especificados.

SHUNT (DERIVAÇÃO):

1) Um caminho de condução em paralelo num circuito. 2) Um resistor de precisão de valor baixo para monitorar a corrente.

SHUNT REGULATOR (REGULADOR DE DERIVAÇÃO):
Um regulador linear em que o elemento de controle está em paralelo com a carga, e em série com uma impedância, para obter tensão constante na carga.
SI (SI):

Abreviação para Sistema Internacional de Unidades.

SIGNAL GROUND (TERRA DE SINAL):
O retorno comum ou ponto de referência para sinais analógicos.
SINE WAVE (ONDA SENOIDAL):

Uma forma de onda de uma corrente alternada de freqüência única cujo deslocamento é o seno de um ângulo proporcional a tempo ou distância.

SLAVE (ESCRAVO):

Uma fonte de alimentação que usa a referência numa outra fonte de alimentação, a mestre, como sua referência.

SLEW RATE (TAXA DE VARIAÇÃO):

A máxima taxa de alteração que uma saída de fonte de alimentação pode produzir quando submetida a uma grande resposta de degrau ou alteração especificada de degrau. A fonte de alimentação está ligada.

SLOW START (PARTIDA LENTA):

Um recurso que garante o aumento suave, controlado da tensão de saída, e protege os transistores de chaveamento de fenômenos transitórios quando a fonte de alimentação é ligada.

SNUBBER (ATENUADOR):

Uma rede RC usada para reduzir a taxa de subida da tensão nas aplicações de chaveamento

SOA (SOA):

Abreviação para Área Operacional Segura.

SOFT STARTS (PARTIDAS SUAVES):

Ligação controlada para reduzir correntes de partida.

SOURCE (FONTE):

Origem da potência de entrada, ex., gerador, linhas de utilidade, linhas de alimentação, baterias, etc.

SOURCE VOLTAGE EFFECT (EFEITO DE TENSÃO DE FONTE):

A alteração na saída estabilizada produzida por uma alteração de tensão de fonte primária especificada.

STABILITY (ESTABILIDADE):

1) A alteração porcentual num parâmetro de saída em função do tempo, com todos os outros fatores constantes, após um período especificado de aquecimento. 2) A capacidade de permanecer numa dada freqüência ou num dado estado sem variação indesejada.

STANDOFF (DISTANCIADOR):

Um suporte mecânico, que pode ser um isolante, usado para conectar e suportar um fio ou dispositivo longe da superfície de montagem.

STEP-DOWN TRANSFORMER (TRANSFORMADOR ABAIXADOR):

(transformador de potência e de distribuição) Um transformador no qual a transferência de potência é de um circuito de fonte de tensão mais alta para um circuito de tensão mais baixa. (Padrão IEEE 100-1988)

STEP-UP TRANSFORMER (TRANSFORMADOR ELEVADOR):

(transformador de potência e de distribuição) Um transformador no qual a transferência de potência é de um circuito de fonte de tensão mais baixa para um circuito de tensão mais alta. (Padrão IEEE 100-1988)

STORAGE TEMPERATURE (TEMPERATURA DE ARMAZENAMENTO):

A faixa de temperaturas ambiente através da qual uma fonte de alimentação inoperante pode permanecer armazenada sem degradar sua operação subseqüente. Ver também TEMPERATURA AMBIENTE, TEMPERATURA OPERACIONAL.

SUMMING POINT (PONTO DE SOMA):

O ponto no qual duas ou mais entradas de um amplificador operacional são somados algebricamente

SWITCHING FREQUENCY (FREQÜÊNCIA DE CHAVEAMENTO):

A taxa na qual a tensão cc é chaveada num conversor ou fonte de alimentação.

SWITCHING REGULATOR (REGULADOR DE CHAVEAMENTO):

Um circuito de chaveamento que opera num sistema de malha fechada para regular a saída da fonte de alimentação.

SYNCHRONOUS RECTIFICATION (RETIFICAÇÃO SÍNCRONA):

Um esquema de retificação numa fonte de alimentação chaveada na qual um FET ou transistor bipolar substitui o diodo retificador para melhorar a eficiência.

SYSTEME INTERNATIONAL d'UNITES (SI) (SISTEMA INTERNACIONAL DE UNIDADES (SI)):

O Sistema Internacional de Unidades que consiste de Unidades Básicas, Unidades Complementares e Unidades Derivadas.

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T

TEMPERATURE AMBIENT (TEMPERATURA AMBIENTE):

A temperatura ambiente ou a temperatura do ar parado que envolve a fonte de alimentação, com a fonte operando.

TEMPERATURE COEFFICIENT (COEFICIENTE DE TEMPERATURA):

A alteração porcentual média na tensão de saída por alteração de grau Celsius na temperatura ambiente numa faixa de temperatura especificada. Ver também TEMPERATURA AMBIENTE.

TEMPERATURE DERATING (REDUÇÃO DE TEMPERATURA):

A quantidade pela qual uma fonte de potência ou taxas nominais de componentes são reduzidas para permitir operação em temperaturas elevadas.

TEMPERATURE EFFECT (EFEITO DE TEMPERATURA):

Ver COEFICIENTE DE TEMPERATURA.

TEMPERATURE RANGE, OPERATING (FAIXA DE TEMPERATURA, OPERACIONAL):

Ver FAIXA DE TEMPERATURA OPERACIONAL

THERMAL PROTECTION (PROTEÇÃO TÉRMICA):

Um recurso protetor que desliga a fonte de alimentação se sua temperatura interna exceder um limite pré-determinado.

THREE TERMINAL REGULATOR (REGULADOR DE TRÊS TERMINAIS):

Um circuito integrado de potência num pacote padrão de transistor 3 terminais. Pode ser um CI regulador em série ou de derivação.

TIME CONSTANT (CONSTANTE DE TEMPO):

Período de tempo necessário para a tensão de um capacitor num circuito RC aumentar para 63,2 por cento do valor máximo ou diminuir para 36,7 por cento do valor máximo.

TOLERANCE (TOLERÂNCIA):

Porcentagem medida ou especificada de variação da nominal.

TOTAL EFFECT (EFEITO TOTAL):

A alteração numa saída estabilizada produzida por alterações de pior caso concorrentes em todas as quantidades de influência dentro de sua faixa nominal.

TRACE (TRILHA):

Um caminho condutor numa placa de circuito impresso.

TRACKING (RASTREAMENTO):

Uma característica de uma fonte de alimentação de múltiplas saídas que descreve as alterações na tensão de uma saída em relação a alterações na tensão ou carga de outra.

TRACKING REGULATOR (REGULADOR DE RASTREAMENTO):

Uma fonte de alimentação de duas saídas mais ou menos, na qual uma saída rastreia a outra.

TRANSIENT (TRANSITÓRIO):

Uma excursão num dado parâmetro, tipicamente associada à tensão de entrada ou carregamento de saída.

TRANSIENT EFFECT (EFEITO TRANSITÓRIO):

O resultado de uma alteração de degrau numa quantidade de influência nos valores de regime de um circuito.

TRANSIENT RECOVERY TIME (TEMPO DE RECUPERAÇÃO DE TRANSITÓRIO):

O tempo necessário para a tensão de saída de uma fonte de alimentação estabilizar-se dentro de limites de precisão de saída especificados após um fenômeno transitório.

TRANSIENT RESPONSE (RESPOSTA TRANSITÓRIA):

A temperatura ambiente ou a temperatura do ar parado que envolve a fonte de alimentação, com a fonte operando.

TTL (TTL):

Abreviação para lógica transistor-transistor

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U

UL (UL):

Abreviação para Underwriters Laboratories Incorporated.

UNDERSHOOT (SUBATINGIMENTO):

Uma alteração transitória na tensão de saída em excesso de limites de regulagem de saída especificada. Ver ULTRAPASSAGEM.

UNDERVOLTAGE PROTECTION (PROTEÇÃO DE SUBTENSÃO):

Um circuito que inibe a fonte de alimentação quando a tensão de saída cai abaixo de um mínimo especificado.

UNDERWRITERS LABORATORIES INCORPORATED (UL) (UNDERWRITERS LABORATORIES INCORPORATED (UL)):

Associação americana contratada para testar e avaliar produtos, inclusive fontes de alimentação. O grupo tem quatro locais, de forma que um requerente pode interagir com o escritório no país mais próximo ao seu próprio local.

UNINTERRUPTIBLE POWER SUPPLY (UPS) (FONTE DE ALIMENTAÇÃO ININTERRUPTA (UPS)):

A type of power supply designed to support the load for specified periods when the line varies outside specified limits. See also OFF LINE POWER SUPPLY, ON LINE POWER SUPPLY.

UPS (UPS):

Abreviação para Fonte de Alimentação Ininterrupta.

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V

VARISTOR (VARISTOR):

Um dispositivo semicondutor de dois eletrodos que tem uma resistência não linear dependente de tensão.

VDE (VDE):

Abreviação para Verband Deutscher Elektrotechniker.

VOLTAGE DIVIDER (DIVISOR DE TENSÃO):

Resistência ou impedância com derivação ou em série numa tensão fonte para produzir múltiplas tensões.

VOLTAGE DOUBLER (DUPLICADOR DE TENSÃO):

Ver MULTIPLICADOR DE TENSÃO.

VOLTAGE DROP (QUEDA DE TENSÃO):

Diferença de potencial entre dois pontos num componente ou circuito passivo.

VOLTAGE LIMIT (LIMITE DE TENSÃO):

Valor máximo ou mínimo numa faixa de tensão.

VOLTAGE LIMITING (LIMITAÇÃO DE TENSÃO):

Circuito limitante usado para estabelecer níveis máximos ou mínimos especificados de tensão.

VOLTAGE MODE (MODO DE TENSÃO):

O funcionamento de uma fonte de alimentação de forma a produzir uma tensão de saída estabilizada

VOLTAGE MONITOR (MONITOR DE TENSÃO):

Um circuito ou dispositivo que determina se uma tensão de saída está ou não está dentro de alguns limites especificados.

VOLTAGE MULTIPLIER (MULTIPLICADOR DE TENSÃO):

Circuitos retificadores que produzem uma tensão de saída num dado múltiplo maior do que a tensão de entrada, geralmente dobrando, triplicando, ou quadruplicando.

VOLTAGE REGULATION (REGULAGEM DE TENSÃO):

O processo de manter a tensão constante entre parâmetros selecionados, a amplitude da qual é expressa como porcentagem. Ver também REGULAGEM.

VOLTAGE SOURCE (FONTE DE TENSÃO):

Uma fonte de força que tende a fornecer tensão constante.

VOLTAGE STABILIZATION (ESTABILIZAÇÃO DE TENSÃO):

O uso de um circuito ou dispositivo para manter constante uma tensão de saída dentro de dados limites

VOLT (V) (VOLT (V)):

Unidade de medida de força eletromotriz ou diferença de potencial. Símbolo E, em eletricidade; símbolo V em circuitos semicondutores.

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W

WARMUP (AQUECIMENTO):

Processo de aproximar-se do equilíbrio térmico após ligar.

WARMUP DRIFT (DESVIO DE AQUECIMENTO):

A alteração na tensão de saída de uma fonte de alimentação desde ser ligada até alcançar o equilíbrio térmico em condições operacionais especificadas.

WARMUP EFFECT (EFEITO DE AQUECIMENTO):

Grandeza de alteração de quantidades de saída estabilizada durante o tempo de aquecimento.

WARMUP TIME (TEMPO DE AQUECIMENTO):

O tempo necessário após uma fonte de alimentação ser inicialmente ligada antes de operar de acordo com limites de desempenho especificados.

WATT (W) (WATT (W)):

Unidade de medida de potência igual a 1 joule/seg. (W=EI)

WEBER (Wb) (WEBER (Wb)):

A unidade do SI de fluxo magnético igual a 108 maxwells. A quantidade de fluxo que induzirá 1 volt/volta de fio na medida em que o fluxo é reduzido a uma taxa constante para zero durante um período de um segundo.

WITHSTAND VOLTAGE (TENSÃO SUPORTÁVEL):
A tensão operacional especificada, ou a faixa de tensões, de um componente, dispositivo ou célula.
WORKING VOLTAGE (WORKING VOLTAGE):

A tensão operacional especificada, ou a faixa de tensões, de um componente, dispositivo ou célula.

WORST CASE CONDITION (CONDIÇÃO DE PIOR CASO):

Um conjunto de condições onde as influências combinadas num sistema ou dispositivo são as mais prejudiciais.

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X

X-RAY TUBE (TUBO DE RAIOS-X):

Um tubo de vácuo projetado para produzir raios-X acelerando elétrons até uma alta velocidade por meio de um campo eletrostático e, então, subitamente pará-los pela colisão com um alvo. (Padrão IEEE 100-1988)

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Z

ZENER DIODE (DIODO ZENER):

1) Um diodo que faz uso das propriedades de ruptura de uma junção PN. Se uma tensão inversa no diodo for aumentada progressivamente, será alcançado um ponto quando a corrente aumentará muito além de seu valor de corte normal para manter uma tensão relativamente constante. Qualquer dos pontos de tensão é chamado de tensão Zener. 2) A ruptura poderá ser ou o efeito Zener de tensão mais baixa ou o efeito de avalanche de tensão mais alta.

ZENER VOLTAGE (TENSÃO ZENER):

A tensão inversa na qual a ruptura ocorre num diodo zener.

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